Quinta-feira, 17 de Junho de 2004

Reencontro

dry-tears.jpg


De te ver naquele dia
Dos meus olhos correu água
Lágrimas não, que o sabor
Do sal nelas não havia

De te ver naquele dia
Meu coração não parou
Bateu forte, sem cadência
Sem amor no que sentia

De te ver naquele dia
Minhas mãos eu não cerrei
Palmas abertas, em fuga
Alma corcel correria.
publicado por lique às 17:27
link do post | quer comentar? | favorito
|
53 comentários:
De Anónimo a 19 de Junho de 2004 às 17:25
Eterea/OrCa: ai, vocês dois... querem que eu core, é? Beijinhos aos dois.lique
</a>
(mailto:lique2@sapo.pt)
De Anónimo a 19 de Junho de 2004 às 01:34
A Eterea dá ali uma opinião muito consistente... nada etérea. Pronto, outra vez, clap-clap-clap... agora para as duas, senhoras minhas.OrCa
(http://sete-mares.blogspot.com)
(mailto:jorcas@netcabo.pt)
De Anónimo a 18 de Junho de 2004 às 18:58
há sentimentos que nunca se explicam querida lique, nem eu quero dar qualquer explicação nem justificação, apenas gosto de ti e da tua postura, és aquilo que eu chamo, singela nas palavras e nas atitudes.
Respondes ( e eu já me apercebi disso )...porque te dá prazer, porque gostas, nunca esperas que te venham retribuir o favor de te lerem, e eu muito sinceramente gosto disso.

um abraçoeterea
</a>
(mailto:etereamente@sapo.pt)
De Anónimo a 18 de Junho de 2004 às 18:28
eterea: como vou eu poder agradecer-te? Posso transcrever o teu comentário para um post? Tu tens sido uma amiga para além do que esperamos quando entramos neste mundo virtual. Obrigada. Um beijo.lique
</a>
(mailto:lique2@sapo.pt)
De Anónimo a 18 de Junho de 2004 às 17:07
A noite é de tempestade nos teus olhos/
Ouve-se o ralhar dos deuses/
pressinto cada trovão/
que antes/
te vem beijar lique.../

Tens uma vela acesa/

Está mesmo ao teu lado/
sobre a mesa/
lutando/
para não se apagar/

Num momento é chama viva/
no seguinte/
quase desiste/
mas resiste!/

E não se apaga!.../

É como nós e a vida/
não se nos dá por vencida/
e leva-nos/
a acreditar/

Podias fechar a janela/
acalmando assim a vela/
tornando-lhe a vida fácil/

Mas perdia a beleza/
da luta/
e da incerteza/

Não/

não vás fechar a janela/
espera/

Afinal/
esta vela/
está acesa/
e o cêu/

começou a chorar!/

gostei imenso do teu poema e das lágrimas dos teus olhos
beijo



eterea
</a>
(mailto:etereamente@sapo.pt)
De Anónimo a 18 de Junho de 2004 às 14:56
Marta: volta sempre, amiga. Nós já nos conhecemos de outras paragens. Obrigada pelas tuas palavras. Palmas das mãos e alma aberta à vida! beijinhoslique
</a>
(mailto:lique2@sapo.pt)
De Anónimo a 18 de Junho de 2004 às 14:54
OrCa: partilha lá esse clap-clap-clap ;)***lique
</a>
(mailto:lique2@sapo.pt)
De Anónimo a 18 de Junho de 2004 às 14:52
Inconformada: mesmo quando há tristeza, temos que deixar uma porta aberta para continuar a vida e reagir. Isto é geral para quaisquer maus reencontros (ou bons, quem sabe?). beijinhoslique
</a>
(mailto:lique2@sapo.pt)
De Anónimo a 18 de Junho de 2004 às 13:43
Eu sei como são esses reencontros!!! Às vezes, tenho medo, mas é preciso enfrentar os "medos" e os "fantasmas".
O poema é lindo; adorei e vou voltar cá mais vezes.
Obrigada. Tem um bom dia.
Um abraço
Marta
MARTA TEIXEIRA
(http://amartaeeu.blogs.sapo.pt)
(mailto:martamariabraga@clix.pt)
De Anónimo a 18 de Junho de 2004 às 13:32
Outra vez: clap-clap-clap... (São palmas bem merecidas, que se ouvem, por vezes, no fim do poema dito). OrCa
(http://sete-mares.blogspot.com)
(mailto:jorcas@netcabo.pt)

Comentar post