Terça-feira, 4 de Janeiro de 2005

Viagem

O ano é novo
Os meus olhos alcançam a memória de ti
Só a memória.

A água faz refexos nos olhos que dizes amar
A expectativa
Pior que a realidade dos factos.

Há gelo que roça o corpo e dói
Não o consigo derreter
Aparecerão feridas que o calor não apaga.

Embarco numa viagem
Para destino estranho (incógnita por resolver)
Amarra bem a minha barca no teu cais.
publicado por lique às 20:24
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4 comentários:
De Anónimo a 11 de Janeiro de 2005 às 01:58
Que nossas viagens, ainda que sem rumo, tenham sempre um cais onde atracar! Belo! Belo demais, viu? BeijoLoba
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(mailto:lm@uol.com.br)
De Anónimo a 5 de Janeiro de 2005 às 17:40
quem poderá negar o aconchego de um abraço, às feridas "que o calor não apaga? como negar o cais à embarcação fustigada?caet
</a>
(mailto:arisko@sapo.pt)
De Anónimo a 5 de Janeiro de 2005 às 15:37
Olá
Visitei o teu blog, e gostei do que vi e li.
E agradecia que quando pudesses visitasses
o meu blog. Obrigado
http://opiniaoblog.blogs.sapo.pt/P.Santos
</a>
(mailto:Skynet36@sapo.pt)
De Anónimo a 4 de Janeiro de 2005 às 21:00
Muito importante que as "amarras" sejam sólidas para resistir a possiveis e eventuais "tempestades. Boa sorte !docerebelde
(http://Docerebelde.blogs.sapo.pt)
(mailto:DoceRebelde@hotmail.pt)

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