Domingo, 6 de Fevereiro de 2005
Não gosto de alegria por encomenda. Não gosto de usar máscaras. Carnaval pode ser todo o ano ou nunca. Carnaval pode ser esfusiantemente alegre ou confrangedoramente triste. Não gosto de advérbios. Grandes então, nem pensar. E uso-os. Às vezes. Como já "brinquei" no Carnaval. Sem convicção. Em ambas as situações. Este ano, sei que estou mascarada. Do lado de cá. E a minha máscara começa a assentar-me mal. A incomodar. Eu nunca gostei de máscaras. Mas se a máscara fizer toda a diferença para os outros? Ainda que saibam que é máscara. Ou adivinhem. Este é um Carnaval sem quarta feira. Não sei quando nem como vai acabar. Estou presa nele. Cada dia que nasce é terça-feira.
De Anónimo a 15 de Fevereiro de 2005 às 23:24
Só quem depende da politica pode estar preocupado.
São sempre os mesmos "ratos do poleiro" que aparecem nas campanhas um pouco por todo o país. Maior parte deles são funcionários do Estado. São ratos que chegaram onde chegaram por serem militantes do partido A ou do partido B e que têm medo de perder o lugar caso o seu partido não ganhe.luis silva
(http://o-blog-de-luis-silva.blogspot.com)
(mailto:luisantoniosilva@iol.pt)
De Anónimo a 15 de Fevereiro de 2005 às 12:14
Carnaval; não!AF
(http://www.segundoimpacto.blogspot.com)
(mailto:segundoimpacto_2@hotmail.com)
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