Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2005

Que seja então o silêncio!

Não sei de onde vem esta mágoa. Fundo, fundo, dentro de mim, há um lamento em surdina. Uma tristeza que não consegue exprimir-se em água nos meus olhos. Um nó atado no meu peito.
Palavras não consolam, as palavras podem ser afagos ou espadas. Por vezes, até são as duas coisas. Então cale-se tudo à minha volta! Ninguém me fale de amor ou de amizade. Ninguém me diga que amanhã será diferente. Eu sei que a mágoa partirá quando eu permitir que parta. Quando eu desfizer o nó.
publicado por lique às 20:10
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